Cursos
Acústica de Edificações e Ambiental

Inscrição: 06/04/2015 À 11/06/2015
Carga horária: 90h
Período: Vespertino
Início do curso: 15/06/2015

SOBRE O CURSO



Este Curso de Atualização é promovido pelo Poli-Integra da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e pela ProAcústica, Associação Brasileira para a Qualidade Acústica, ministrado por especialistas no tema e por professores doutores de renomadas universidades como a própria USP e o IST de Portugal.

O público-alvo deste Curso são profissionais graduados em Arquitetura, Engenharia ou Tecnologia, atuantes em projetos, obras ou contratantes de projetos e obras no setor da Construção.

As aulas têm lugar na Escola Politécnica na Cidade Universitária em São Paulo e o certificado é da Politécnica e da USP.

Duração do curso de 3 meses com carga horária total de 90 h.
Datas das aulas:
1º mês: 15 a 19 de junho de 2015
2º mês: 10 a 14 de agosto de 2015
3º mês: 14 a 18 de setembro de 2015

Grade de disciplinas

  • Acústica das Edificações

    Carga Horária Ministrada
    Aulas Teóricas em Sala de Aula: 25:00 hs
    Aulas Práticas ou de Campo: 5 hs
    Seminários: 0 hs
    Total Ministrado: 30:00 hs
    Carga Horária Não Ministrada
    Outros: 0 hs
    Total não Ministrado: 0 hs
    Carga Horária Total da Disciplina: 30:00 hs
    Detalhamento:
    Disciplina:
    Acústica das Edificações
    Carga horária: 30h
    Professor responsável: J. L. Bento Coelho
    Professores convidados: Racine Araújo Prado e Marcos Holtz
    1. Justificativa:
    Considerando que a qualidade das edificações é crescentemente requerida pelos seus usuários e tendo sido aprovada no Brasil a Norma 15.575 de avaliação de desempenho de edificações, em que a acústica é um aspecto muito importante, devem os engenheiros, arquitetos, consultores e projetistas, técnicos de fiscalização e outros responsáveis deter os necessários conhecimentos sobre acústica das construções. Os normais cursos de graduação não incluem informação adequada ou com o grau de detalhe exigido. A disciplina Acústica das Edificações oferece a formação de base sobre fenômenos de acústica e vibrações em espaço construído, apresentando os mecanismos de transmissão sonora entre espaços e formas de os calcular. São apresentadas as normas atuais para avaliação de desempenho e para realizar os ensaios. Os alunos realizarão ensaios típicos de avaliação. São discutidos métodos construtivos e materiais com propriedades acústicas e sua otimização para um urbanismo de qualidade.

    2. Objetivos da Disciplina:
    • Apresentar fenomenologia ondulatória sonora em ambientes fechados;
    • Apresentar fenomenologia da física das construções;
    • Apresentar indicadores de qualidade sonora de salas;
    • Discutir efeitos de ruído e vibrações em espaços fechados;
    • Apresentar e discutir soluções de redução de ruído e vibrações em edificações e de melhoria da sua qualidade acústica;
    • Realizar ensaios de avaliação de desempenho acústico de edificações.

    3. Estratégias de Ensino-Aprendizagem:
    Palestra técnica, Aula expositiva dialogada, Pesquisa, Estudo de caso, Orientação individual/grupo, Trabalho em Grupo, Dinâmica de Grupo, Argüição Oral, Ensaios Práticos.

    Conteúdo das Aulas
    1. Física das construções. Fenomenologia. Transmissão de fenómenos ondulatórios em meio sólido.
    2. Som em espaços construídos. Conceitos de Acústica de Edifícios. Reflexão; absorção; difração. Tempos de reverberação – valores ótimos.
    3. Acústica das edificações. Isolamento sonoro a sons aéreos e a sons de percussão. Casos exemplares.
    4. Materiais acústicos. Materiais absorventes. Materiais isolantes. Características acústicas de materiais construtivos.
    5. Discussão sobre a acústica de edificações no Brasil.
    6. Transmissão sonora em edificações. Princípios de transmissão de ruído. Transmissão e isolamento sonoro a sons aéreos e a sons de percussão. Cálculo normativo. Exercícios.
    7. Acústica de salas I. Princípios de acústica de salas: qualidade acústica de salas; métricas. Auditórios, salas de teatro, salas de concerto.
    8. Indicadores de qualidade sonora em espaços fechados. Inteligibilidade; ecos; tempos de atraso. Coeficientes de absorção sonora. Condicionamento acústico através de utilização de materiais acústicos.
    9. Acústica de salas II. Acústica de salas: acústica passiva e acústica ativa. Técnicas de sonorização. Exercícios práticos.
    10. Ruído e vibrações I. Fenômenos vibráteis. Ruído e vibrações em edificações – fenomenologia e controle.
    11. Caracterização acústica em edificações. Introdução aos ensaios de acústica em edificações. Equipamentos e procedimentos.
    12. Discussão e atribuição de trabalhos/monografias. Discussão.
    13. Qualidade acústica das edificações. Critérios internacionais. Situação no Brasil. A Norma de desempenho NBR 15.575. Interação com as normas NBR 10.151 e 10.152.
    14. Ensaios acústicos em edificações. Princípios e procedimentos. Parâmetros e indicadores de qualidade.
    15. Caracterização acústica das edificações. Ensaios de avaliação de desempenho acústico de edificações. Sessão prática experimental.
    16. Prova para avaliação.
    4. Critérios de Avaliação:
    A avaliação considerará o trabalho (T) a ser elaborado pelos alunos, individualmente ou em grupo, e sua apresentação em sala de aula e o resultado da prova de avaliação (P).
    A consideração do desempenho seguirá a expressão abaixo:
    A = P x 0,35 + T x 0,65, sendo P pelo menos 5,0.

    5. Bibliografia:
    Alton Everest F., & Pohlmann, K., “The Master Handbook of Acoustics”, McGraw Hill, 6th. Ed. 2014
    Barron, M., " Auditorium Acoustics and Architectural Design", E & FN Spon, 1993.
    Beranek L. L. (Ed.), "Noise and Vibration Control", Noise Control Eng., 1988.
    Beranek, L. L., " Concert Halls and Opera Houses: Music, Acoustics, and Architecture", Springer-Verlag New York, Inc., 2003.
    Cheremisinoff, P. N., “Industrial Noise Control Handbook", Ann Arbor Science Publishers Inc., 1977.
    Crocker M. J. (Ed.), “Handbook of Noise and Vibration Control”, John Wiley & Sons Inc. 2007
    Gerges, S. N. Y., “Ruído Fundamentos e Controle, Ruído e Vibrações Veiculares”, NR, Florianópolis,
    Harris, C. M., “Noise Control in Buildings: A Practical Guide for Architects and Engineers”, McGraw-Hill, Inc., 1994.
    Kuttruff, H., “Room Acoustics”, 4th ed., Spon Press, 2000.
    Lawrence, A,. "Acoustics and the Built Environment", Elsevier Applied Science, 1989.
    Maekawa Z. & Lord, P., "Environmental and Architectural Acoustics", E & FN SPON,1994.
    Patrício, J., “Acústica nos edifícios”, Verlag Dashofer, 2007
    Reynolds, D. D., "Engineering Principles of Acoustics", Allyn & Bacon, 1981.
    Smith, B. J., Peters, R. J. & Owen, S., "Acoustics and Noise Control", Longman, 1982.
    Souza, L. C. L., Guedes M. & Bragança, L., "Bê-a-ba da Acústica Arquitetônica", Edufscar, 2007.
    Vigran, T. E., “Building Acoustics”, Taylor & Francis, 2008
    Yerges, L. F., “Sound, Noise and Vibration Control”, Van Nostrand Reinhold Co., 1969

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  • Acústica Experimental e Previsional

    Carga Horária Ministrada
    Aulas Teóricas em Sala de Aula: 9:00 hs
    Aulas Práticas ou de Campo: 9 hs
    Seminários: 0 hs
    Total Ministrado: 18:00 hs
    Carga Horária Não Ministrada
    Outros: 0 hs
    Total não Ministrado: 0 hs
    Carga Horária Total da Disciplina: 18:00 hs
    Detalhamento:
    Disciplina:
    Acústica das Edificações
    Carga horária: 18h
    Professor responsável: J. L. Bento Coelho
    Professores convidados: Marcos Holtz

    1. Justificativa:
    Os consultores e projetistas de acústica precisam de ferramentas de quantificação experimental ou de cálculo previsional eficientes. A Disciplina Acústica Experimental e Previsional apresenta os métodos e procedimentos mais avançados e reconhecidos internacionalmente e regulados pelas normas brasileiras e internacionais aplicáveis. Serão estudados e discutidos casos exemplares. A disciplina oferece ainda aulas práticas para demonstrar a utilização em situações reais dos instrumentos e algoritmos necessários à prática profissional, de forma aos alunos adquirirem as necessárias competências.


    2. Objetivos da Disciplina:
    • Apresentar princípios de avaliação experimental e procedimentos reconhecidos;
    • Dar a conhecer métodos de caracterização acústica adotados internacionalmente;
    • Apresentar e discutir metodologias de cálculo previsional mais recentes;
    • Apresentar o estado da arte internacional;
    • Treinar avaliações experimentais em situações reais;
    • Construir modelos acústicos e realizar previsões com cálculo computacional de situações reais.

    3. Estratégias de Ensino-Aprendizagem:
    Palestra técnica, Aula expositiva dialogada, Pesquisa, Estudo de caso, Orientação individual/grupo, Trabalho em Grupo, Dinâmica de Grupo, Argüição Oral, Trabalhos Práticos em Laboratório e em Campo.

    Conteúdo das Aulas
    1. Caracterização acústica. Princípios de medição acústica. Equipamentos e procedimentos básicos. Cadeia experimental. A NBR 10.152.
    2. Caracterização acústica avançada. Caracterização acústica experimental e previsional. Técnicas e procedimentos. Custo-benefício. Qualificação acústica. Incertezas. Boas práticas.
    3. Caracterização acústica ambiental I. Ensaios acústicos ambientais. Requisitos normativos. Caracterização de indicadores. Procedimentos e boas práticas. Critérios de análise.
    4. Caracterização acústica ambiental II. Ensaios acústicos ambientais. Sessão prática experimental.
    5. Caracterização acústica previsional I. Acústica Previsional – modelagem acústica e simulação computacional. Algoritmos de cálculo. Dados de base; valores por defeito. Boas práticas.
    6. Caracterização acústica previsional II. Acústica Previsional. Estudo de casos. Sessão prática em laboratório com simulação computacional.
    7. Relatórios técnicos. Conteúdo dos relatórios de ensaio ou de caracterização acústica. Ensaios acreditados. Transmissão de erros e incertezas.
    8. Prova para avaliação.


    4. Critérios de Avaliação:
    A avaliação considerará o trabalho (T) a ser elaborado pelos alunos, individualmente ou em grupo, e sua apresentação em sala de aula e o resultado da prova de avaliação (P).
    A consideração do desempenho seguirá a expressão abaixo:
    A = P x 0,35 + T x 0,65, sendo P pelo menos 5,0.

    5. Bibliografia:
    Crocker, M. J. (Ed.), “Handbook of Acoustics”, John Wiley & Sons Inc., 1998.
    Crocker, M. J. (Ed.), “Handbook of Noise and Vibration Control”, John Wiley & Sons Inc. 2007.
    Harris, C., “Handbook of Acoustical Measurements and Noise Control”, McGraw-Hill Inc., 1998.
    Kephalopoulos, S., Paviotti, M. & Anfosso-Lédée, F., “Common Noise Assessment Methods in Europe (CNOSSOS-EU)”, European Commission Joint Research Centre, Report EUR 25379 EN, 2012.
    Kinsler, L. E., Frey, A. R., Coppens A. B. & Sanders J. V., "Fundamentais of Acoustics", J. Wiley & Sons 3 rd Ed., 1982.
    Muller, G. & Moser, M., “Handbook of Engineering Acoustics”, Springer, 2013.
    Rschevkin, S. N., "The Theory of Sound", Pergamon press, 1963.
    Smith, B. J., Peters R. J. & Owen, S., "Acoustics and Noise Control", Longman, 1982.

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  • Projeto e Aplicações de Acústica

    Carga Horária Ministrada
    Aulas Teóricas em Sala de Aula: 16:00 hs
    Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
    Seminários: 0 hs
    Total Ministrado: 16:00 hs
    Carga Horária Não Ministrada
    Outros: 0 hs
    Total não Ministrado: 0 hs
    Carga Horária Total da Disciplina: 16:00 hs
    Detalhamento:
    Disciplina:
    Acústica das Edificações
    Carga horária: 16
    Professor responsável: J. L. Bento Coelho
    Professores convidados:

    1. Justificativa:
    Um projeto de acústica deve seguir uma estrutura lógica e padronizada à semelhança de projetos de outras especialidades. Esta disciplina apresentará e discutirá a estruturação típica de um projeto ou de um procedimento de fiscalização de obra de acústica, sendo apresentada a situação aprovada por conselhos de engenharia na Europa.
    Serão discutidas vertentes urbanísticas do projeto na medida em que uma edificação configura o espaço urbano, insere-se numa envolvente acústica existente, alterando-a, e introduz novas fronteiras para a paisagem sonora. Pretende-se também introduzir a componente de mapeamento sonoro como ferramenta eficiente de projeto, amplamente utilizada na Europa mas ainda com pouca implementação no Brasil.

    2. Objetivos da Disciplina:
    • Apresentar a estrutura de um projeto de acústica;
    • Apresentar e discutir critérios de avaliação de qualidade e normas brasileiras e internacionais aplicáveis;
    • Apresentar a problemática de ruído em cidades;
    • Apresentar os mapas de ruído como ferramentas de projeto;
    • Apresentar e discutir os conceitos de conforto sonoro e de paisagens sonoras.


    3. Estratégias de Ensino-Aprendizagem:
    Palestra técnica, Aula expositiva dialogada, Pesquisa, Estudo de caso, Orientação individual/grupo, Trabalho em Grupo, Dinâmica de Grupo, Arguição Oral.

    Conteúdo das Aulas
    1. Critérios e normas I. Normatização Brasileira sobre acústica. Normas aplicáveis.
    2. Critérios e normas II. A NBR 10.151 e a NBR 10.152. Norma de desempenho de edificações NBR 15.575.
    3. Projeto de Acústica. Princípios e estrutura de um projeto.
    4. Ruído urbano. Ruído em meio urbano. Exposição das populações ao ruído de múltiplas fontes. Paisagens sonoras. Áreas tranquilas urbanas.
    5. Mapeamento sonoro. Princípios metodológicos e técnicas. Mapas de ruído. Utilização dos mapas de ruído como ferramenta de diagnóstico e de gestão.
    6. Conforto sonoro em espaços urbanos. Ruído exterior e ruído interior. Qualidade acústica interior e exterior. Critérios integrados. Normas NBR 10.151 e 10.152.
    7. Mapas de ruído. Os mapas de ruído como ferramenta de projeto e de ajuda na decisão e otimização de soluções e para qualificação acústica.
    8. Temas avançados. Conforto sonoro. Intervenções e soluções. Boas práticas em engenharia e arquitetura.
    9. Estudo de Casos. Discussão.
    10. Prova para avaliação.


    4. Critérios de Avaliação:
    A avaliação considerará o trabalho (T) a ser elaborado pelos alunos, individualmente ou em grupo, e sua apresentação em sala de aula e o resultado da prova de avaliação (P).
    A consideração do desempenho seguirá a expressão abaixo:
    A = P x 0,35 + T x 0,65, sendo P pelo menos 5,0.

    5. Bibliografia:
    Beranek, L. L. (Ed.), "Noise and Vibration Control", Noise Control Eng., 1988.
    Crocker, M. J. (Ed.), “Handbook of Noise and Vibration Control”, John Wiley & Sons Inc. 2007.
    Fahy, F., “Foundations of Engineering Acoustics”, Academic Press, 2001.
    Kang, J., “Urban Sound Environment”, Taylor & Francis, London, 2007.
    Kleppe, J. A,. "Engineering Applications of Acoustics", Artech House Inc, 1989.
    Licitra, G., Van den Berg, M. & De Vos., P. (Ed.), “Good practice guide on quiet areas”, European Environmental Agency, EEA Technical report No 4/2014, 2014.
    Porges, G., "Applied Acoustics", Edward Arnold, reprint, 1979.
    Reynolds, D. D., "Engineering Principles of Acoustics", Allyn & Bacon, 1981.
    Smith, B. J. Peters, R. J. & Owen, S,. "Acoustics and Noise Control", Longman, 1982.

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  • Som e ruído

    Carga Horária Ministrada
    Aulas Teóricas em Sala de Aula: 26:00 hs
    Aulas Práticas ou de Campo: 0 hs
    Seminários: 0 hs
    Total Ministrado: 26:00 hs
    Carga Horária Não Ministrada
    Outros: 0 hs
    Total não Ministrado: 0 hs
    Carga Horária Total da Disciplina: 26:00 hs
    Detalhamento:
    Disciplina:
    Som e Ruído
    Carga horária: 26h
    Professor responsável: J. L. Bento Coelho
    1. Justificativa:
    Os profissionais de engenharia, arquitetura, urbanismo ou outros técnicos envolvidos em projeto, consultoria, fiscalização ou coordenação de obras necessitam de conhecimentos teóricos e práticos sobre os fenômenos sonoros, suas consequências na percepção de qualidade vida e seus impactos na saúde. A disciplina Som e Ruído oferece as bases teóricas dos fenômenos de radiação e propagação sonora, influências do meio ambiente na transmissão e apresenta metodologias de cálculo previsional. São apresentados e discutidos os efeitos do ruído na saúde e as características psico-acústicas determinantes da percepção sonora. Os aspectos de ruído urbano no seu contexto de múltiplas fontes é discutido, sendo apresentada a fenomenologia de emissão de fontes fixas (indústrias, parques eólicos) e móveis (tráfego rodoviário, ferroviário, aéreo). São apresentadas soluções de redução e controle de ruído e metodologias de optimização.
    2. Objetivos da Disciplina:
    • Apresentar fenomenologia ondulatória sonora em ambientes abertos;
    • Apresentar fenomenologia de emissão de diversos tipos de fontes sonoras;
    • Apresentar métricas do som em espaços abertos;
    • Discutir efeitos do ruído na saúde e na percepção de qualidade de vida;
    • Apresentar a problemática de múltiplas fontes em presença;
    • Apresentar e discutir soluções de controle de ruído.

    3. Estratégias de Ensino-Aprendizagem:
    Palestra técnica, Aula expositiva dialogada, Pesquisa, Estudo de caso, Orientação individual/grupo, Trabalho em Grupo, Dinâmica de Grupo, Arguição Oral.

    Conteúdo das Aulas
    1. Som e Ruído. Conceitos gerais do som. Fenomenologia básica das ondas sonoras.
    2. Ruído e saúde. Efeitos do ruído no homem. Ruído e qualidade de vida. Recomendações e critérios internacionais.
    3. Metrologia acústica. Métricas. Níveis de pressão sonora, níveis de potência sonora. Parâmetros sonoros e indicadores de ruído ambiente. Múltiplas fontes em presença
    4. Fontes sonoras. Radiação sonora. Fontes acústicas – tipologias e características. Fontes planas, lineares e esféricas. Quantificação.
    5. Radiação e propagação. Propagação de ondas sonoras em espaço livre. Transmissão de fenómenos ondulatórios em meio fluido. Mecanismos de perdas, efeitos da atmosfera. Algoritmos de cálculo.
    6. Estudos de caso. Exercícios.
    7. Ruído de fontes fixas. Ruído de fontes fixas: ruído industrial; linhas eléctricas de muito alta tensão; parques eólicos; shoppings. Casos exemplares. Ruído trabalhista.
    8. Ruído de fontes móveis. Ruído de fontes móveis: transportes; ruído de tráfego rodoviário; ruído de tráfego ferroviário; ruído de tráfego aéreo. Algoritmos de cálculo.
    9. Casos exemplares. Exercícios.
    10. Controle de ruído ambiental. Redução de ruído de transportes - soluções; barreiras acústicas; pavimentos de baixo ruído; interfaces resilientes.
    11. Controle de ruído ambiental. Estudos benefício-custo. Critérios de seleção de soluções. Otimização e integração com projeto de edificações.
    12. Ruído e vibrações. Conforto e vibrações ambientais. Normas aplicáveis. Estudo de casos.
    13. Controle de ruído em indústria. Soluções de isolamento de vibrações na construção e indústria. Silenciadores; atenuadores. Utilização seletiva de materiais acústicos.
    14. Discussão e atribuição de trabalhos/monografias.
    15. Prova para avaliação.

    4. Critérios de Avaliação:
    A avaliação considerará o trabalho (T) a ser elaborado pelos alunos, individualmente ou em grupo, e sua apresentação em sala de aula e o resultado da prova de avaliação (P).
    A consideração do desempenho seguirá a expressão abaixo:
    A = P x 0,35 + T x 0,65, sendo P pelo menos 5,0.


    5. Bibliografia:
    Babisch, W. (Ed.), “Good practice guide on noise exposure and potential health effects”, European Environmental Agency, EEA Technical report No 11/2010, 2010.
    Beranek, L. L. (Ed.), "Noise and Vibration Control", Noise Control Eng., 1988.
    Berglund, B. & Lindvall, T. (Ed.), “Community Noise”, Center for Sensory Research (WHO Report) 1995
    Crocker, M. J. (Ed.), “Handbook of Acoustics”, John Wiley & Sons Inc., 1998
    Crocker, M. J. (Ed.), “Handbook of Noise and Vibration Control”, John Wiley & Sons Inc. 2007
    Gerges, S. N. Y., “Ruído Fundamentos e Controle, Ruído e Vibrações Veiculares”, NR, Florianópolis,
    Kinsler, L. E., Frey, A. R., Coppens, A. B. & Sanders, J. V., "Fundamentais of Acoustics", J. Wiley & Sons 4th Ed., 1999.
    Liénard, P. & François, P., "Acoustique Physique et Perceptive", vol.1 de Acoustique Industrielle et Environnement, Eyrolles, 1983.
    Lindsay, P. H. & Norman, D. A., "Human Information Processing", Academic Press, 2nd Ed, 1977.
    Luxon, L. & Prasher, D. (Eds.), “Noise and Its Effects”, Wiley, London, 2007.
    Maekawa, Z. & Lord, P., "Environmental and Architectural Acoustics", E & FN SPON,1994.
    Morse, P. M., "Vibration and Sound", Amer. Inst: of Physics, reprint, 1981.
    Morse, P. M & Ingard, U., "Theoretical Acoustics", McGraw-Hill, 1963.
    Pierce, A. D., "Acoustics. An Introduction to its Physical Principies and Applications", McGraw-Hill, 1981.
    Reynolds, D. D., "Engineering Principles of Acoustics", Allyn & Bacon, 1981.
    Rschevkin, S. N., "The Theory of Sound", Pergamon press, 1963.
    Smith, B. J., Peters R. J. & Owen, S., "Acoustics and Noise Control", Longman, 1982.
    Temkin, S., "Elements of Acoustics", J. Wiley & Sons, 1981.
    White R. G. & Walker J. G. (Eds.), "Noise and Vibration", Ellis Horwood Ud, 1982.
    White, F. A., "Our Acoustical Environment", J. Wiley & Sons 1975.
    Yerges, L. F., “Sound, Noise and Vibration Control”, Van Nostrand Reinhold Co., 1969

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Corpo docente

Processo seletivo

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